Toot fixado

Bem, me apresentando. Meu nome é Lucas Pinheiro Silva, tenho 30 anos e estou me formando em História pela UFMG. Meu principal hobby são jogos eletrônicos; também curto animes e escuto bastante heavy metal (especialmente prog). Politicamente, me identifico com o anarco-comunismo e o confederalismo democrático. Ele/dele.

Experiência urbana belorizontina legítima: o ônibus estragou tentando subir a parede disfarçada de rua.

Aparentemente ガム é a abreviação de "chewing gum" (chiclete) em japonês. :blobthinkingcool:

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Em vários pontos de Belo Horizonte é possível ver essa pichação em katakana, em que está escrito "gamu", se não me engano. Sempre pensei que era algo específico da região metropolitana de BH.

... Exceto que vi essa mesma pichação em katakana no RJ, perto da rodoviária Novo Rio.

O que significa "gamu"? Quem fez essas pichações? Em que outros centros urbanos do Brasil é possível vê-las?

Hoje faço uma viagem de busão de 8 horas. Procuro jogos curtinhos para zerar durante a viagem. Vou jogar no smartphone, então estou a procura de:

-Games que se adapte bem à tela de toque
-Games que rode no meu aparelho. Além dos games de Android em geral, ele emula qualquer coisa até o PS1, Scummvm e RPG Maker.
-Games curtos, como já falei. Umas ~5 horas de duração.

Recomendações?

Até o momento sem efeitos colaterais da segunda dose da vacina (pfizer). Ou me safei ou minha estratégia de me drogar preventivamente com dipirona funcionou.

meu deus eu estou ouvindo musica no terminal que coisa de hacker!!!

imagem sem descrição; caps locko; quem sabe sabe 

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

É tão estranho sonhar em outro idioma porque eu entendo absolutamente tudo o que tá sendo dito e falo com uma fluência que não tenho na vida real.

Interessante que essa sensação de "virar o interruptor" não aconteceu com o francês. Provavelmente porque 1) eu já entendia uma boa parte da língua por causa dos vários cognatos com o português e francês, além da gramática latina 2) só comecei a estudar a língua quando beeeem mais velho.

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Acordei relembrando o dia em que aprendi inglês, lá pelos 13 anos de idade.

Aprender uma língua não é um evento, é um longo processo. Logo, falar sobre "o dia que aprendi inglês" não faz sentido. Ainda assim, houve um dia específico em que percebi que estava entendendo o que lia sem precisar parar o tempo todo para usar um dicionário ou tradutor. Foi uma sensação extremamente eufórica. Era como se alguém tivesse virado um interruptor em meu cérebro e "do nada" eu conseguia ler em inglês.

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